Pão de Açúcar - O Marco da Cidade
Em 1912, a inauguração de um caminho aéreo no Rio de Janeiro incluía no mapa turístico do Brasil empreendimento que se tornaria mundialmente famoso - o BONDINHO DO PÃO DE AÇÚCAR.
O Pão de Açúcar, por sua forma de ogiva, pela localização privilegiada, pela presença na história da cidade, pelo original acesso ao seu cume, é um marco natural, histórico e turístico da cidade do Rio de Janeiro.
Marco da Cidade
Marco natural, porque o pico do Pão de Açúcar está na entrada da Baía de Guanabara, sendo referência visual para os navegadores que, do mar ou do ar, o procuram por estar localizado na periferia da cidade.
Marco histórico, porque aos seus pés, Estácio de Sá, em 1º de março de 1565, fundou a Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro. Estácio de Sá chegou ao Rio de Janeiro em 28 de fevereiro de 1565 e no dia 1º de março lançou os fundamentos da cidade, entre os morros Cara de Cão e Pão de Açúcar, por ser local de mais fácil defesa. O local permitia, não só a observação de qualquer movimento de entrada e saída de embarcações da baía, como facultava a visão interna de todos os possíveis invasores.
Marco turístico, porque a inauguração do teleférico do Pão de Açúcar em 1912, projetou o nome do Brasil no exterior. O teleférico do Pão de Açúcar foi o primeiro instalado no Brasil e o terceiro no mundo, alavancando o desenvolvimento do turismo nacional. Não é à toa que é chamado de a Jóia Turística da Cidade Maravilhosa.
O Sambódromo
Concebido em 1982, por Oscar Niemeyer, o Sambódromo da Marquês de Sapucaí foi inaugurado em 2 de março de 1984, no governo de Leonel Brizola. Com capacidade para 88.500 pessoas, o Sambódromo tem 590 metros de comprimento e é o mais tradicional do Brasil. Durante o restante do ano, funcionam no local os Cieps (Centros Integrados de Educação Pública). Construído em apenas 120 dias, o Sambódromo (apelido dado por Darcy Ribeiro) tem 13 metros de pista de desfile, cerca de 300 banheiros e 35 bares.
Passam pela Marquês de Sapucaí as escolas de samba do Grupo Especial, as do Grupo A, do Grupo B e as mirins. Ela é o palco, também, para o desfile das escolas campeãs, no sábado seguinte ao carnaval.
Setores Pares
Se o lugar é em um dos setores pares, 4 ou 6 existem as seguintes opções: Táxi - há empresas preestabelecidas para atender os setores pares, que são amplamente divulgadas por ocasião do carnaval. As tarifas são cobradas com preço tabelado para sair do Sambódromo e bandeira dois ou preço preestabelecido com o passageiro para a ida ao Sambódromo.
Metrô - De qualquer ponto que se parta a descida é na estação Praça Onze. Saindo da estação virar duas vezes à direita, seguindo em frente para o Setor 2 e, tomar a Rua Carmo Neto até a Av. Salvador de Sá se os setores forem o 4 ou o 6. Logo o Sambódromo estará à vista e diversas placas indicam a entrada para os setores.
Setores Ímpares
Já se o lugar for em dos setores ímpares 1, 3, 5, 7, 9, 11 ou 13, as opções são as seguintes:
Táxi - da mesma forma que do lado par, há empresas especiais para atender aos setores ímpares, com tarifas preestabelecidas. De qualquer maneira o táxi comum para a ida cobrará a bandeira 2 ou uma tarifa combinada com o passageiro antes de começar a corrida. Para quem sai da zona sul o melhor trajeto é via túnel Santa Bárbara e da zona norte pela Rua Itapiru. Em ambos os casos, o táxi deve passar sobre o Viaduto São Sebastião que segue paralelo ao Sambódromo, onde o passageiro saltará. Logo se avistarão as placas indicativas para a entrada de cada setor.
Metrô - saindo da zona norte ou da zona sul, a estação de descida é a Central. Daí seguir a pé até o Sambódromo, cujo trajeto é longo, de aproximadamente 700 metros, passando junto dos carros alegóricos das escolas e do Terreirão do Samba.
Ônibus - saindo da zona sul ou da zona norte é preciso certificar-se que a linha esteja passando por cima do Viaduto São Sebastião, porque durante o carnaval os trajetos de muitas linhas de ônibus são alterados.
Escrito por Dj Pedrada às 16h26
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Santa Teresa
Charme e bucolismo no bairro preferido dos artistas.
O bairro de Santa Teresa nasceu nos arredores de um convento no Morro do Desterro, no Rio de Janeiro, no século 18. O bairro ocupa uma colina no coração da cidade e parece ter parado no tempo, mantendo há dezenas de anos aspectos preservados do Rio Antigo e guardando uma história em cada esquina.
Escritores e artistas sempre foram atraídos por Santa Teresa, seduzidos por seu chamamento à vida interior e por suas riquezas arquitetônica e cultural, visível aos olhos e ao coração. Símbolo da contracultura e da arte exibida nos muitos ateliês que tomaram conta do bairro, qualquer manifestação artística encontra seu reduto em Santa, como preferem chamar os apaixonados pelo local. Tudo o que existe e se sabe sobre Santa Teresa é também um pouco da história do Rio. Mas para o visitante parece um local à parte, com características próprias.
As ruas estreitas e sinuosas por onde passam os velhos bondes, os únicos que ainda circulam em todo o Brasil, são mais uma peculiar atração do bairro. Os charmosos veículos começaram a circular no século passado, movidos por tração animal e posteriormente por eletricidade. Remanescentes de uma época romântica, foram tombados como patrimônio histórico e ainda passeiam por trilhas perfeitamente preservadas, levando o visitante a uma releitura do passado.
O bonde sai do centro da cidade, passa sobre os Arcos da Lapa e segue a rota do tempo no sobe-e-desce das ladeiras de Santa Tereza. O ponto de partida é a estação no Largo da Carioca: a estação fica bom perto da sede da Petrobrás, na Rua Lélio Gama. O lugar tem um jardim encantador e revela um pouco do que se vai encontrar nesse passeio.
Com menos de R$ 1 adquiri-se o bilhete para passear no famoso bonde amarelinho. Existem duas linhas que circulam por Santa Teresa, chamadas Paula Matos e Dois Irmãos, com intervalos de saída de 15 minutos. Existem ainda dois passeios com guias, realizados aos sábados: o Passeio Histórico, com saída às 10 horas e que dura cerca de uma hora percorrendo todo o roteiro cultural, e o Ecológico, com saída ao meio-dia, que oferece uma viagem mais longa, com duas horas de duração e um roteiro que inclui uma trilha pela mata.
Através do condutor do bonde, ouvem-se pitorescas e curiosas histórias. Lá fora, centros culturais, antigas chácaras, castelos, largos, restaurantes, ateliês, lojas de artesanato. Além das deslumbrantes paisagens ao redor, avista-se no alto o Cristo Redentor, abençoando a Cidade Maravilhosa. Os bondes sempre dão uma paradinha para que os passageiros conheçam o Museu do Bonde, que conta tudo sobre os veículos, exibindo algumas de suas réplicas antigas – uma verdadeiras relíquias preservadas no tempo.
Descobrindo o romantismo de Santa Igreja e Convento de Santa Teresa A Igreja e o Convento de Santa Teresa, responsáveis pelo nome do bairro, pertencentes à Ordem das Carmelistas Descalças, abriga religiosas que vivem isoladas e têm pouquíssimo contato com o mundo exterior. A ordem prega a simplicidade, a humildade e a discrição. Poucos moradores afirmam ter visto as freirinhas no bairro.
Largo do Curvelo O bonde chega à Rua Almirante Alexandrino, a mais antiga do bairro. Nela se encontra a Casa Navio, inspirada no convés de uma embarcação, pura ousadia arquitetônica. E é dessa mesma rua que se tem a visão surpreendente do Castelo de Valentim, uma fortaleza erguida em estilo neo-romântico. Construído no final do século 19, foi residência do comendador Antônio Valentim, projetada por seu filho. Hoje o imóvel funciona como um prédio de apartamentos. Por ali, um mirante descortina uma bela paisagem da Baía de Guanabara.
Largo dos Guimarães e Largo das Neves O bonde entra no coração do bairro. Agora é só aproveitar e viver a boemia típica de Santa Teresa. No Largo dos Guimarães se concentram os mais badalados restaurantes e bares, que oferecem cerveja gelada e ótimos aperitivos. Entre eles, Bar do Mineiro, Bar do Arnaudo (comida nordestina), Sobrenatural (frutos do mar) e Adega do Pimenta (alemão). Quando anoitece, o agito toma conta do lugar. Artistas e intelectuais passeiam por todos os lados, com muita gente bonita e música popular brasileira. Seguindo os trilhos do bonde chega-se ao Largo das Neves, onde se encontra um belo casario de 1850 e a Igreja de Nossa Senhora das Neves, de 1860, além de mais uma série de bares muito concorridos. O local é o ponto final da condução e por ali vale a pena degustar o caldo verde do Bar do Goyabeira, os sanduíches do Café das Neves ou os pastéis de camarão do Santa Saideira.
Parque das Ruínas O Parque das Ruínas se torna um belíssimo mirante que deixa o Rio de Janeiro aos seus pés. De lá, tem-se uma visão extraordinária do centro da cidade e de toda a orla do Rio – desde o Aeroporto Santos Dumont até a Urca. Logo abaixo estão os Arcos da Lapa. Aberto ao público, o Parque foi o que restou do Palacete Murtinho Nobre, onde morou Laurinda Santos Lobo. A casa foi um dos pontos mais efervescentes da vida cultural carioca durante muitos anos, até a morte da anfitriã, em 1946. A Prefeitura fez renascer das ruínas a cultura que ali existiu. O parque abriga uma sala de exposições, auditório e cafeteria, garantindo conforto a shows musicais, happy hours e leitura de textos literários. Nas áreas ao ar livre se destacam concorridos shows e uma programação especial para as crianças nos finais de semana. Com três andares, a casa chama atenção também por sua arquitetura e estilo - tijolos aparentes combinados harmoniosamente com estruturas metálicas e de vidro.
Centro Cultural Laurinda Santos Lobo Numa bonita casa do bairro, foi inaugurado em 1979 este centro cultural, que presta homenagem a Laurinda Santos Lobo. Laurinda foi uma mulher especial que no início do século praticamente comandou a vida intelectual do Rio, promovendo saraus e dando vida e graça a Santa Teresa. O acervo fotográfico da casa mostra Laurinda em atividade e transporta o visitante à Santa Teresa dos tempos da Laurinda Santos Lobo. O centro possui também salas de vídeo e espaços para exposições.
Museu Casa de Benjamin Constant O bonde passa por uma belíssima chácara, onde viveu Benjamin Constant, líder do movimento republicano. Sua residência foi transformada em museu e totalmente restaurada com móveis, livros, objetos, fotografias e acervos de artes plásticas. A área que circunda o museu é totalmente arborizada e ideal para um descanso rápido até a próxima parada. Não confunda o Museu com o Instituto Benjamin Constant, que funciona no bairro da Urca. Neste último, o nome de Benjamim aparece porque foi ele quem fundou e dirigiu por muitos anos o Instituto de Meninos Cegos.
Museu Chácara do Céu Raymundo Castro Maya foi um empresário bem sucedido, que se dedicou à vida cultural da cidade como mecenas e colecionador. É o gancho para mais uma chácara do bairro, herdada por Castro Maya em 1936. A construção da residência foi projetada em 1957 pelo arquiteto modernista Wladimir Alves de Souza. Lá, funciona agora o Museu Chácara do Céu que, para deleite do visitante, possui um acervo com importantes obras de arte moderna, com destaques para as assinadas por Portinari, Di Cavalcanti, Guinard, Picasso, Matisse e Dalí. Em pinturas, aquarelas e gravuras, o Brasil do século 19 é mostrado por viajantes como Debret e Taunay.
Escrito por Dj Pedrada às 16h25
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Maracanã
Maracanã, símbolo mundial da pátria de chuteiras, guarda a história do esporte que é a cara do Brasil
Entre as maravilhas que o Rio de Janeiro possui, encontra-se um dos mais importantes patrimônios turísticos e culturais do país: o Maracanã, o maior estádio do mundo. Na terra do futebol, que faz desse esporte a sua religião, ele é considerado por muitos o “Templo dos Deuses”. Foi construído em 1950 para sediar a Copa do Mundo, e projetado para receber 166.369 pessoas. Hoje, após as reformas, comporta um público de 114.145.
Seu nome oficial, Estádio Jornalista Mário Filho, é uma homenagem a um dos mais importantes jornalistas brasileiros e fundador do Jornal dos Sports. Em 16 de junho de 1950, o Maracanã foi inaugurado com um jogo entre cariocas e paulistas, com o eterno Didi marcando o primeiro gol de placa da história do estádio. Desde então, foi palco de grandes conquistas do futebol brasileiro, dentre elas, a decisão do mundial de clubes em 1963. Naquele ano, cerca de 200 mil pessoas assistiram à vitória do Santos, de Pelé, em cima do Milan, da Itália.
Paixão, emoção e muita adrenalina se misturam nas espetaculares torcidas organizadas, que balançam o estádio levando o público ao delírio. Parada obrigatória de turistas nacionais e estrangeiros, estudantes e visitantes de todas as idades, o gigante tornou-se conhecido mundialmente e perde, em popularidade, apenas para o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar.
O Maracanã não é só show de bola, é também palco de todas as estrelas. Grandes espetáculos musicais foram realizados no local, com a vinda de consagrados ídolos internacionais como Frank Sinatra, Madonna, Rolling Stones, Tina Turner, Prince e Paul MacCarthney. Este último, entrou para o livro dos recordes em 1991, como o show de cantor solo que registrou o maior público da história daquela época. Outros marcos importantes foram a celebração da missa campal em 1980 e o Encontro com as Famílias, em 1997, presididos pelo Papa João Paulo II.
No dia do cinquentenário do Maracanã, em 16/06/2000, foi inaugurado o Hall da Fama, uma homenagem aos 50 jogadores que mais se destacaram ao longo da existência do estádio. Os mais importantes craques da história do futebol imprimiram seus pés em argamassa, deixando suas marcas para a posteridade na calçada da fama. Zico, Roberto Dinamite, Luisinho Lemos, Romário, Quarentinha, Valdo, Pinga, Garrincha, Dida e Bebeto ganharam o título dos dez maiores artilheiros.
A visita guiada compreende o Hall da Fama, Calçada da Fama, Fotos Históricas e Vista Panorâmica.
O complexo esportivo do Maracanã ocupa uma área total construída de 304.284 m² e reúne o Maracanãzinho, onde são realizadas competições esportivas além de espetáculos de entretenimento, o Estádio Célio de Barros e o Parque Aquático Júlio Delamare.
-------------------------------------------------------------------------------- Endereço: Rua Professor Eurico Rabelo, s/n. - Maracanã Tel: (21) 2566-7800 Visitação: O Maracanã pode ser visitado diariamente, inclusive feriados, das 9hàs 17h. Em dias de jogos, as visitas podem ser agendadas das 8h às 11h.
Lapa

Berço da famosa boemia carioca, bairro revela também um dos mais ricos conjuntos arquitetônicos da cidade
Apenas um bairro no Rio de Janeiro pode agregar variadas manifestações musicais sem ofuscar gêneros e artistas. O local é a Lapa, no centro da cidade, onde fica a emblemática obra dos Arcos da Lapa. Palco para o lirismo das letras do samba, os acordes do som do nordeste e a modernidade da música eletrônica, todos convivem em perfeita harmonia nos bares espalhados pelas ruas Mem de Sá, Riachuelo e Lavradio.
Desde o início da década de 50, a Lapa já era um dos principais pontos de referência da vida noturna da cidade. O local, com seus famosos cabarés e restaurantes, era considerado a “Montmartre Carioca”, freqüentada pela fina flor dos artistas, intelectuais, políticos e diplomatas. Daquela época até hoje, a Lapa continua a pulsar. A Prefeitura do Rio já restaurou boa parte do bairro, que manteve quase intacta a arquitetura original dos prédios do início do século, a principal característica do lugar. Visualmente, o local é um banho de história, abrigando os centenários Arcos da Lapa, o Passeio Público, a Escola Nacional de Música e a Igreja de N. Sra. da Lapa são verdadeiros ícones do Rio Antigo.
Mas é quando a noite cai que a Lapa mostra porque já se firmou como atração cultural da cidade. A Sala Cecília Meirelles, considerada a melhor casa de concertos de música de câmera do Rio, divide a rua com o bar Asa Branca, onde o malandro vai procurar música popular e forró. Bares como o Semente e do Ernesto têm a manifestação mais carioca do samba, o chorinho. Para os fãs de rodas de samba, as dicas são o Emporium 100 e o Rio Scenarium, que durante o dia funcionam como antiquários. Os mesmos estilos musicais invadem também o Carioca da Gema, a Casa da Mãe Joana e o Dama da Noite. As batidas do house, techno e outras nuances modernas, além de shows de grandes artistas da MPB, encontram espaço na Fundição Progresso, e não raro, em eventos promovidos ao ar livre, usando sempre um dos arcos como teto e cenário para as performances.
Ainda na mesma Lapa, restaurantes como Nova Capela, Manoel e Joaquim e Bar Brasil garantem a noite oferecendo boa gastronomia. De fato, é nesse espaço multicultural que o carioca reencontra suas origens e o turista faz um passeio pela história num dos mais preciosos conjuntos arquitetônicos do Rio de Janeiro.
Gafieira Estudantina
Gafieira Estudantina Criada em 1932, a Gafieira Estudantina surgiu como alternativa para os velhos bailes populares da década de 30. Hoje é um show de dança que, contagiado pelos ritmos dos mais variados estilos, ajuda a afirmar a dança de salão como nenhum outro estabelecimento. Ponto de encontro de boêmios, cantores e compositores, a Estudantina sempre atrai muitos visitantes, já que sua fama atravessou fronteiras, divulgada que é em guias turísticos publicados nos mais diversos países do mundo. Sua capacidade é de 1.500 pessoas, que as quintas, sextas e sábados ocupam seus salões. Créditos: Acervo Riotur
-------------------------------------------------------------------------------- Endereço: Praça Tiradentes, 79 - Centro Tel: (21) 2232-1149

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Escrito por Dj Pedrada às 16h22
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